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A Essencialidade da Implementação das Melhores Práticas de Governança Corporativa para o Sucesso da Recuperação Judicial

Em tempos de crise, inúmeras empresas brasileiras vêm enfrentando dificuldades para honrarem seus compromissos, especialmente aqueles de curto prazo, tais como pagamento da folha de seus funcionários, de matéria prima e insumos, financiamentos, tributos e outras essenciais para a manutenção de suas atividades. Diante de tal cenário, a Recuperação Judicial, regulada pela Lei n° 11.101/05, vem sendo o remédio jurídico mais utilizado para a manutenção da atividade produtiva e equalização das diversas obrigações da empresa.

Muita calma nesta hora

Dívidas, inadimplência, retração das vendas. O país em crise e algumas empresas se veem cada vez mais a beira da recuperação judicial. Mas há outra saída. O futuro da sua empresa pode ser outro, com calma e decisões corretas.

Em curto comentário que havia enviado para um cliente, em janeiro de 2015, dizia que aquele ano seria mais difícil que 2014. Motivo era o grande “ajuste fiscal” necessário para recolocar a economia nos trilhos.

Em defesa da falência continuada

Dentre as inovações da Lei n.º 11.101/05, talvez uma das mais importantes tenha sido a previsão da possibilidade de continuação das atividades da falida, após a decretação da falência, como meio de preservação de valor do ativo até a sua liquidação para pagamento do passivo.  Diz se “inovação” com certa reserva, pois a lei anterior – o nem um pouco saudoso Decreto Lei 7.661/45 – de certa forma já continha algumas disposições que permitiam a continuação dos negócios do falido.

Os desafios da reestruturação de empresas em um cenário de incertezas e baixo crescimento econômico

O atual cenário econômico brasileiro desafia os negócios de diversos setores e diminui as perspectivas de crescimento e retorno de investidores e empresários. Empresas com pouca resiliência perante uma economia adversa tendem a apresentar maiores dificuldades a se manterem saudáveis e recorrem a processos de reestruturação, ou até mesmo a recuperação judicial, para não sucumbir à falência. Até mesmo empresas capitalizadas, que podem suportar períodos maiores de crise, não estão garantidas quanto a adaptação às adversidades e novas exigências do mercado.

Nova crise econômica e insolvência transnacional

A complicada crise financeira que assolou algumas das maiores empresas do país trouxe à tona os novos desafios enfrentados no cenário da insolvência transnacional. Há um número crescente de casos nas cortes norte-americanas visando estender os efeitos de recuperações e falências brasileiras nos Estados Unidos, por meio dos novos mecanismos de cooperação internacional adotados pelo "Bankruptcy Code", o Código de Falências norte-americano.

Sviluppare le aziende con "expansion capital". Consigli a Imprenditori e Managers per una partnership al meglio con un operatore di P.E.

Non voglio addentrarmi nei temi del P.E. nelle sue diverse e complesse specializzazioni (vedi schema allegato). Mi propongo di focalizzarne un solo settore, quello del “expansion capital” - una formula di notevole successo in Europa – ed illustrare i passaggi-chiave per realizzare un deal con operatori P.E. da parte di una azienda che deve appunto attirare capitali per sostenere le fasi di sviluppo e di cambiamento.

Empresas Zumbis - As Mortas-Vivas

Uma pesquisa internacional feita pela KPMG com mais de 400 credores detectou que instituições financeiras estão crescentemente preocupadas com o aumento do número das chamadas “empresas zumbis.” Essas empresas vivem uma existência “da mão para a boca”, gerando caixa que pode até ser suficiente para pagar seus fornecedores e fazer girar o negócio. Entretanto, sua posição patrimonial precária e baixos níveis de sobra de caixa não permitem que essas empresas amortizem seus empréstimos ou façam investimentos necessários para o empreendimento. Sem uma reestruturação eficaz, a pesquisa sugere que esses zumbis poderiam tornar-se alvo de uma nova onda de recuperações judiciais no médio e longo prazo.